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quinta-feira, 13 de julho de 2017
terça-feira, 20 de junho de 2017
Rakka (Legendado)
Se isso não virar um longa metragem ou uma série de TV, é porque é bom demais, gore demais, depressivo demais!
sexta-feira, 16 de junho de 2017
Control
Bom, eu resolvi assistir "Control", finalmente, esperando ver mais um filme sobre uma estrela do rock. Sinceramente, eu esperava que Ian Curtis tivesse se matado por motivos bem mais góticos e abstratos. Mas me surpreendi porque acabei me identificando com Ian por outros motivos. Aparentemente, ele tinha algum tipo de "epilepsia", e muitas coisas mostradas no filme eu conheci muito bem. A distração crônica, mostrada de forma bem sutil no filme, pode ser um tipo de "microseizures", que podem causar a sensação de ter sido abduzido por alguns segundos. O zumbido clássico tá lá também. Os remédios que ninguém sabe pra que servem, e os efeitos colaterais que são idênticos a alguns dos sintomas também. E finalmente, a sensação de que essa porra pode ser pior do que parece, que ninguém sabe o que realmente está acontecendo e que sua cabeça pode explodir qualquer instante.
Enfim, nunca mais vou ouvir as músicas da banda da mesma forma. O filme mostra que ele se expunha bastante em relação às tretas familiares que ele tava passando.Assustador.
Enfim, nunca mais vou ouvir as músicas da banda da mesma forma. O filme mostra que ele se expunha bastante em relação às tretas familiares que ele tava passando.Assustador.
domingo, 28 de maio de 2017
Emperor Tomato Ketchup
Stereolab é uma das minhas bandas favoritas, e esse é o titulo de um dos álbuns mais emblemáticos deles. Então, quando descobri que esse titulo é originalmente de um filme, nada mais natural do que querer assistir, e de repente descobrir alguma relação com o álbum, sei lá.
Assim que comecei a ver o filme, já me arrependi. E só um monte de imagens desconexas com uma fotografia estranha. Lá se vai uma hora e meia da minha vida. Mas como eu tenho o costume de não ver filmes pela metade, vamos lá. E além do mais, de repente acho alguma sequencia legal pra inserir em algum videoclipe.
Mas o filme é muito chato mesmo. E lá perto do final, eu descobri porque o filme existe: Ele tem algumas cenas reais de pedofilia. Sem medo de dar spoilers, um guri de uns 5 anos, fantasiado como um soldado fascista, aponta uma arma pra uma mulher adulta , e estupra ela, e ela gosta muito.
Antes de terminar de ver o filme, eu já sabia que as críticas online seriam muito positivas. que trariam palavras como "ousado", "controverso", "polêmico". e teria gente dando várias interpretações acadêmicas sobre as cenas aparentemente desconexas.
Eu vou confessar que não entendo muito de filmes de "arte". Mas posso dizer que entendo de filmes trash, violentos e exploitation. e de shock sites. E se tem uma coisa que aprendi, é que esse tipod e entretenimento existe simplesmente porque as pessoas gostam de ver as outras comendo fezes, pisoteando pequenos animais, usando suas deformações físicas de forma criativa durante a prática sexual, etc.
Quando uma pessoa posta uma foto de criança deformada no Facebook, o bom senso diria que essa pessoa tem algum tipo de problema mental. Mas se ela escreve embaixo "deixe seu amém", de repente aquilo se torna aceitável, e todo mundo pode dar uma espiadinha na criança com Teratoma.
O filme tem freiras japonesas gravidas, uma criança cortando a cabeça de uma galinha, um imperador de 5 anos fazendo orgia com mulheres adultas, fisiculturistas, música clássica e rock psicodélico. Ele é só mais um filme feito pra chocar. Claro, é da década de 60, então isso torna ele uma cosia transcendental e mística. Mas na realidade, ele não é diferente de nenhum shock site. só mais longo e mais chato.
Pra resumir: se 2 girls 1 cup tivesse uma fotografia mais ousada, e dessem uma caprichada no figurino e nos cenários.. Se tivesse um nome de peso por tras.. Ou apenas que soasse como se fosse de peso, tipo algo que fizesse imaginar um cara europeu sério e enrugado, sei lá..
O filme seria uma obra de arte. Sim, o filme de duas mulheres comendo merda. E talvez daqui a alguns ele seja visto assim. A trilha sonora, ao menos, é perfeita
Assim que comecei a ver o filme, já me arrependi. E só um monte de imagens desconexas com uma fotografia estranha. Lá se vai uma hora e meia da minha vida. Mas como eu tenho o costume de não ver filmes pela metade, vamos lá. E além do mais, de repente acho alguma sequencia legal pra inserir em algum videoclipe.
Mas o filme é muito chato mesmo. E lá perto do final, eu descobri porque o filme existe: Ele tem algumas cenas reais de pedofilia. Sem medo de dar spoilers, um guri de uns 5 anos, fantasiado como um soldado fascista, aponta uma arma pra uma mulher adulta , e estupra ela, e ela gosta muito.
Antes de terminar de ver o filme, eu já sabia que as críticas online seriam muito positivas. que trariam palavras como "ousado", "controverso", "polêmico". e teria gente dando várias interpretações acadêmicas sobre as cenas aparentemente desconexas.
Eu vou confessar que não entendo muito de filmes de "arte". Mas posso dizer que entendo de filmes trash, violentos e exploitation. e de shock sites. E se tem uma coisa que aprendi, é que esse tipod e entretenimento existe simplesmente porque as pessoas gostam de ver as outras comendo fezes, pisoteando pequenos animais, usando suas deformações físicas de forma criativa durante a prática sexual, etc.
Quando uma pessoa posta uma foto de criança deformada no Facebook, o bom senso diria que essa pessoa tem algum tipo de problema mental. Mas se ela escreve embaixo "deixe seu amém", de repente aquilo se torna aceitável, e todo mundo pode dar uma espiadinha na criança com Teratoma.
O filme tem freiras japonesas gravidas, uma criança cortando a cabeça de uma galinha, um imperador de 5 anos fazendo orgia com mulheres adultas, fisiculturistas, música clássica e rock psicodélico. Ele é só mais um filme feito pra chocar. Claro, é da década de 60, então isso torna ele uma cosia transcendental e mística. Mas na realidade, ele não é diferente de nenhum shock site. só mais longo e mais chato.
Pra resumir: se 2 girls 1 cup tivesse uma fotografia mais ousada, e dessem uma caprichada no figurino e nos cenários.. Se tivesse um nome de peso por tras.. Ou apenas que soasse como se fosse de peso, tipo algo que fizesse imaginar um cara europeu sério e enrugado, sei lá..
O filme seria uma obra de arte. Sim, o filme de duas mulheres comendo merda. E talvez daqui a alguns ele seja visto assim. A trilha sonora, ao menos, é perfeita
quinta-feira, 20 de abril de 2017
segunda-feira, 17 de abril de 2017
Future Shock! The Story of 2000AD
O documentário começa mostrando o contexto político-social em que a revista surgiu. Era o final dos anos 70, e as pessoas haviam percebido que o mundo não seria paz e amor e flores por todo o lado. Charles Manson e seus seguidores haviam matado Sharon Tate, Elvis estava morto, O reino Unido vivia sobre o regime ultra-direitista de Margareth Tatcher, que entre outras cosias, apoiava o Apartheid. Greve dos lixeiros e o auge do movimento punk.
2000AD começou como Action, uma revista com temas "de rua", como punk rock, hooliganismo, tensões sociais e muita violência.
![]() |
| Revista Action! |
2000AD foi a maneira que Pat Mills e a equipe original encontraram pra fugir da censura, colocando estes mesmos temas sob uma roupagem de ficção científica, para que não chocasse tanto a sociedade. e em uma época onde não havia internet ou fax, e a revista tendo periodicidade semanal, os autores todos se encontravam e a cosia toda virou um grande "clube do bolinha". Imagine que em uma época em que a palavra de ordem da juventude era "Anarquia", o personagem mais vendido é um policial fascista que odeia tudo o que essa geração gosta e defende. Se isso não é cosia de gênio, então eu não sei mais o que é.
Mostra como a revista foi responsável pela transição da era de bronze para a era sombria, quando a DC Comics começou a importar talentos para a América, a chamada British Invasion, e basicamente, como a Vertigo - o selo adulto da editora- era só um lugar pra amontoar esses britânicos.
Foi muito legal poder finalmente ver os rostos e ouvir as vozes de pessoas que só conheço pelas assinaturas em nos pés das páginas, e ver que eles mantém a mesma energia e o mesmo compromisso de manter a identidade da revista. Quer dizer, os caras que fizeram a Margareth Tatcher ser morta a tiros nas escadarias da catedral de St. Paul.
Outra coisa muito legal é que os autores citam filmes que foram claramente inspirados na revista, e que carregam o espírito dela em outras mídias. Filmes como Robocop, O Livro de Eli, Hardware, 28 days later, etc.
quarta-feira, 12 de abril de 2017
terça-feira, 11 de abril de 2017
Karel Zeman, o carnavalesco
Pode ser ignorância minha, mas me pergunto se no brasil do século XXI, não é possível pra gente comum fazer o que Zeman fazia na década de 50.
Ele usava gente fantasiada de monstro em algumas tomadas. Isso ainda deve ser caro, mas talvez não tão caro quanto alguns cosplays ou fantasias de carnaval. E hoje em dia nós temos o youtube ensinando a fazer tudo. Conheço uma mina aí que tá construindo uma roupa de velociraptor.
Eu conheço tanta gente que fez stop motion..profissionalmente, como hobbie, em oficinas do Anima Mundi, e mais uma vez, vendo tutoriais no youtube. Já até emprestei bonecos da minha coleção pra isso. Por algum motivo, essas pessoas acabam perdendo o interesse.
Eu fui uma vez em uma exposição só com peças colossais feitas de isopor. Era o resultado de algum curso de cenografia ou cosia do tipo que tinha a ver com o Carnaval. É muita gente envolvida pra fazer o carnaval acontecer, muito know-how.. Eu sei que carnaval é uma paixão nacional, uma cosia cultural mesmo, mas será que não sobra nem um pouco dessa paixão pra ser aplicada em algo um pouquinho diferente?
Enfim, pra mim é um mistério o porque de as pessoas não usarem técnicas antigas de cinema hoje em dia, pra criar uma alternativa à Hollywood, aos animes, etc. E não digo em especiais da rede Globo ou em novelas Game of Thrones evangélicas, tô falando de gente comum mesmo, como hobbie, sei lá. provavelmente é minha ignorância à respeito do assunto que me faz achar que é fácil, deve ser isso.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2017
Shape Sorter vs. Ray Harryhausen
Bom, salvo uma mudança ou outra na mixagem, a primeira faixa do Shape Sorter tá terminada. Esse não é o vídeo oficial, eu só ando redescobrindo uns filmes antigos e me deu vontade de fazer um vídeo. É legal ver um filme clásico desses misturado com uma música tão sintética. parece uma porrada feia de bar, que eles vão começar a falar gírias a qualquer momento. =p
segunda-feira, 2 de janeiro de 2017
GODZILLA RESURGENCE
Depois do filme americano de Godzilla de 2014, eu fiquei na expectativa de que dali em diante, na mente das pessoas, a franquia de monstros do lagartão se tornasse americana de vez. Muita gente nem considera o filme americano de 1998 como parte da mitologia, e os filmes japoneses da mesma época, apesar de não terem nenhum efeito em CGI, superam muito a sua contraparte ianque.
Mas agora era diferente. Gareth Edwards vinha do excelente Monstros, e dessa vez, os americanos estavam dispostos a acertar. E acertaram. O filme é muito bom e Godzilla tá lindo demais. Parecia que os japoneses teriam de jogar a toalha de vez.
Mas aí anunciaram Shin Gidzilla, e nas promos iniciais, o filme já surpreendeu com um design bem ousado pro monstro. E dirigido por ninguém menos do que Hideaki Anno, de Neon Genesis Evangelion. E se Evangelion por si só não dá credibilidade ao nome de Anno, ele recentemente fez para o Studio Ghibli, o excelente God warrior appears in Tokyo. Eu embarquei no "hype train "na hora.
E Anno não decepciona. na verdade, até surpreende. Imprime sua personalidade no filme ( atenção à trilha sonora com música erudita em momentos-chave). É um Godzilla escroto, asqueroso e melequento. Mas surpreendentemente, ainda é um filme de Godzilla do início ao fim. E comos e não abastasse, ainda tem uma mensagem política bem discreta embutida no filme, uma tendência que tenho observado em grandes produções japonesas, algo que pode ser traduzido mais ou menos como U.S.A. CAIAM FORA DAQUI! Ò_Ó, mas isso é assunto pra outro post.
Quando Shin Godzilla terminou, eu fiquei com a mesma expectativa de quando terminei de ver o Godzilla de Gareth Edwards: Agora que eels reinventaram o rei dos monstros, qual vai ser o próximo kaiju a ficar mais monumental, majestoso, ou talvez escroto pra caramba e melequento? Aguardando ansiosamente.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2016
Esquadrão Suicida ( Filme)
Eu nunca li nada do esquadrão suicida que seja mais recente que a versão original dos anos 80, não conheço alguns personagens, A Arlequina só conheço dos desenhos animados mesmo.
Então ao contrário da muita gente, eu não tinha nenhuma expectativa sobre o filme.
Eu esperava um tom mais sombrio, mas me surpreendi porque apesar de ser um filme estrelado por vilões, o clima é bem mais ameno do que o dos filmes do Superman, por exemplo. É pura aventura, com uma estética bem colorida mesmo.
Eu ainda acho que os filmes de heróis precisam equilibrar uma profundidade maior de temas - que os quadrinhos já tem - com aquele elemento de absurdo, de fantasia. Bom, no segundo caso, o filme se saiu muito bem. me arrependi de não ter visto no cinema, e posso dizer que um roteiro mais maduro não fez falta.
Mas tem uns furos difíceis de engolir. A motivação pra eles agirem como uma equipe entrosada é inexistente, esses caras não são um time de futebol que se reúne nos finais de semana. São assassinos e psicopatas.
Mas fora isso, é um filme muito divertido, com personagens bem legais. Me arrependi de não ter visto no cinema.
Então ao contrário da muita gente, eu não tinha nenhuma expectativa sobre o filme.
Eu esperava um tom mais sombrio, mas me surpreendi porque apesar de ser um filme estrelado por vilões, o clima é bem mais ameno do que o dos filmes do Superman, por exemplo. É pura aventura, com uma estética bem colorida mesmo.
Eu ainda acho que os filmes de heróis precisam equilibrar uma profundidade maior de temas - que os quadrinhos já tem - com aquele elemento de absurdo, de fantasia. Bom, no segundo caso, o filme se saiu muito bem. me arrependi de não ter visto no cinema, e posso dizer que um roteiro mais maduro não fez falta.
Mas tem uns furos difíceis de engolir. A motivação pra eles agirem como uma equipe entrosada é inexistente, esses caras não são um time de futebol que se reúne nos finais de semana. São assassinos e psicopatas.
Mas fora isso, é um filme muito divertido, com personagens bem legais. Me arrependi de não ter visto no cinema.
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