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quinta-feira, 29 de junho de 2017

Angry Goy - Jogo Racista com trilha sonora do Cybernazi


"Hilarious game called Angry Goy. Lots of memes and funny achievements to get. Definitely recommend it, all credit to the creator linked below."

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Museu do videogame itinerante

Eu acho que o certo seria Museu itinerante do videogame, porque quem tem um itinerário a cumprir é o museu, e não um console fantástico que viaja por aí e ganhou até um museu por causa disso. Mas vou deixar isso pra lá e falar de outras cosias mais importantes que percebi:

  • Eu fui até o shopping pra tirar foto de console e ver alguns deles funcionando ao vivo. O que encontrei foi uma grande festa, Com as pessoas jogando contra desconhecidos.  Parecia um grande fliperama.  Eu sei que tem muita gente séria estudando a influência dos games na cultura popular, investindo dinheiro nisso, mas ainda assim foi impressionante de ver a euforia das pessoas.
  • Foi difícil saber quem estava trabalhando no evento e quem estava só visitando, porque todo mundo estava com camisetas de personagens de games, ou diagramas de consoles e controles... Vi até uma camisa da seleção brasileira em pixels,  com o nome Allejo, um jogador que nunca existiu fora do Super Nintendo. E se não me engano, em um jogo pirata.
  •  Eu posso estar enganado, mas já venho observando há algum tempo que para as crianças e adolescentes, jogos antigos e jogos independentes são praticamente a mesma coisa. Todo mundo jogava de tudo.
  • Me surpreendi com os consoles franceses. Consoles originais, e não clones da Sega ou Nintendo. Nunca tinha ouvido falar.
  • Haviam alguns consoles que usavam fitas VHS no lugar de cartuchos ou CDs. E não eram um daqueles VCR Board Games, eram consoles de verdade.
  • O que mais me chamou a atenção foi a quantidade de tipos diferentes de controles. Quer dizer, aparentemente, este tipo de coisa hoje em dia encontrou um padrão. Mas o que eu vi ali foi um mundo de possibilidades. Muita gente reclama que a Nintendo não investe em gráficos e fica inventando moda a cada novo console, bom, depois de ir nessa expo, tenho certeza que eles tem uma visão muito mais ampla do que é videogame.
  • E falando em Nintendo, é impressionante como com tantas opções diferentes de plataformas, as pessoas ainda fazem fila pra jogar Mario, Smash Bros, etc. A Nintendo ainda tem muita força.
  • Realizei o sonho de jogar um Vectrex. Ao vivo ele é muito mais lindo, A sensação de profundidade dos jogos é impressionante.
  • Experimentei os óculos de realidade virtual da sony. Joguei Until dawn: Rush of Blood, um rail shooter de horror muito legal.
Mas enfim, ter visto a história dos consoles assim reunida, com pessoas de todo o tipo participando ali, jogando todo tipo de jogo.. Me fez perceber  que ainda existem muitas possibilidades pra serem exploradas. Assim como a TV e os jornais perderam espaço para youtubers e redes sociais, acho que os independentes ainda podem surpreender, alguém ainda pode inventar um novo paradigma de software ou hardware, que não dependa de tecnologia de ponta, e sim de criatividade.  E isso não precisa acontecer nos EUA ou no Japão ou na Coreia. Pode acontecer até mesmo aqui.